Será que o Amor que Cristo nos ensinou é esse que as pessoas vivem? Um amor de vidro, delicado, prendado e delimitado em formalidades sociais; dentro de um mundinho cristalizado e envolvido pelo próprio ego, onde não se permite conviver e nem aceitar as diferenças pessoais e culturais de cada indivíduo, pois a fragilidade emocional dele se escandaliza, e em tudo se ofende. Que só sobrevive em respaldos de outrem, não pela convicção racional do seu entendimento, mas pelo conforto da conveniência de argumentos a quem o encobre; alimentado pelo egocentrismo de relações sustentadas na afinidade e no gosto em comum.
Esse amor que estabelece critérios discriminatórios de caráter sócio-culturais, educacionais, e temperamentais, esse amor desumano, amor ornamental, artificial. Amor que frutifica antipatia, inimizade, rancor, aversão, ódio de tudo e de todos, inconformidade existencial. Esse é o amor que eu particularmente classifico comoviadagem, mas acho que ele pode ser classificado também como vaidade, aflição de espírito, escuridão espiritual, ou hipocrisia religiosa...
Chega de viver a farsa desse amorzinho frágil de defensiva, de juízo humano, Cristo nos ensinou atacar; a semear o amor puro, indestrutível e, incorruptível, amor que excede as materialidades humanas e que não faz acepção...
Sugestão: Libertasse dessa amarra, acorda para vida, conheça Jesus...
Amor de vidro, que amor será esse senão aquele que capeta quer que vivamos?
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